A sociedade colonial da Nova Inglaterra a bruxaria era um dos crimes mais
terríveis que se podiam cometer desgraça que fez tremer a comunidade puritana
de Salem de maneira muito trágica devido a umas polêmicas acusações.
O puritanismo estava marcado a
sociedade nos Estados Unidos no século XVII, mais não era a única, na costa
noroeste dos atuais Estados estava vivendo um viveiro de religiões chegadas da
Europa, o que criou vários conflitos.
Os puritanos acreditam tanto
nos demônios, como no mesmo diabo e nas bruxas não eram alheias em Deus.
Seu principal objetivo dentro
das comunidades e fé em Deus. Seu principal objetivo dentro das comunidades era
a de estabelecer uma sociedade de santos.
Mais com tantas religiões abundavam uma sociedade de santos. Mais
com tantas religiões abundavam os inimigos do puritanismo, crenças que para
eles eram completamente falsas. Todas essas religiões e inimigos maléficos
constituíam um poderoso inimigo que seu único fim era de buscar a destruição do
estado puritano segundo suas crenças.
Teve uma grande importância o
folclore anglo saxão, cheio de fantasmas, poltergeits e forças paranormais. A
bruxaria formava uma parte essencial no universo e ninguém o tomava por
brincadeira.
Tendo em conta que as forças
maléficas tentavam destroçar a comunidade puritana, não havia nada mais
horrível que voltar uns membros contra outros.
Surgiram pessoas capazes de
determinar se alguém estava possuído, inclusive havia especialista na detecção
e capturas de bruxas entre os intelectuais como Increase Mather, reitor de
Harvard na época.
A história de Salem começou em
1688, com as moças Goodwin, que era quatro irmãs, nas quais supostamente havia
sido enfeitiçada pela empregada. Isso desatou a maior caça de bruxas que
existiu nos Estados Unidos. Salem era uma pequena vila situada a 25 km de
Boston como uma população puritana em sua maioria.
Existia duas regiões, Salem
Town e Salem Village, seu habitante havia sofrido uma mortal epidemia de
varíola, temiam um ataque dos índios e disputavam entre si terras fértis e
protegidas, o que aumentava drasticamente a pressão. O crescimento da
demografia havia acelerado isso durante os últimos anos.
Em 1689 se desatou a
perseguição. Tudo começou quando apareceu um novo reverendo, Samuel Parris,
chegado de Boston. Sua maneira de levar a comunidade havia conseguido desde sua
chegada dividir a população.
Estava os que pensavam desde
que as coisas por questões econômicas e outros em mudança apoiavam sua rigidez
puritana.
Em 16922 caíram doentes
simultaneamente a filha e a sobrinha do mencionado reverendo, seus sintomas
eram muito parecidos aos das moças Goodwin de Boston, de onde havia chegado
Parris.
O médico do povo
diagnosticou que estava enfeitiçado e rapidamente seu mal se estendeu por Salem
onde caíram doentes até 15 moças.
Essas jovens começaram a acusar
aos vizinhos que lhes estavam causando o terrível dor. A primeira acusada foi a
escrava do Reverendo, Tituba, na qual foi presa e levada a prisão.
As seguintes foram Sarah Good e Sarah Osborne, nas quais tinha muita mal
reputação na comunidade e nunca ia a igreja, a ninguém lhe surpreendeu essas
acusações.
As meninas não paravam de
acusar em toda a primavera de 1692, onde, maiormente os prejudicados eram
gente indefesa ou que despertava antipatia na comunidade.
A lista continuou aumentando,
entre as acusadas uma menina de apenas quatro anos, Dorothy, logo a pessoas com
uma reputação sem defeito. Algum dos acusados havia chamado mentirosos em
público nas meninas que acusavam o que aumentava suas possibilidades de ser
denunciados.
Acredita que as desavenças
religiosas, a ganância pelas terras e as inimizades nos povos pequenos
tiveram um papel fundamental no infame juízo pela bruxaria.
Tudo estava muito tenso, não somente em Salem, mais também em Boston.
Entre os acusados havia pessoas que era descendente dos "padres
peregrinos" do Mayflower.
Enquanto a cadeia ficava cheia
de pessoas, o grupo de juizes aceito como provas as chamadas "evidências
de fantasmas".
Mather advertiu que aquilo não era de legitimo, mais ninguém teve isso em
conta.
Os acusados eram torturados com
brutalidades, com tal de deixar de sofrer admitiam os cargos de bruxaria pelo
qual lhes acusava. Desde aquilo até que eram executados apenas passavam uns
poucos dias, o que fez que o nervosismo aumentasse ninguém se atrevia a
desmascarar essa farsa.
Vários enforcamentos foram feitos
entre a primavera e verão de 16922, sendo a morte do velho Corey a mais cruel,
colocaram no peito dele pedras cada vez mais pesadas durante os dias até que
morreu literalmente ameaçado.
Ao final, acabou impondo o
sentindo comum. Foi Mather, o reitor de Harvard, especialista de bruxas, que
persuadiu ao governador de que já não podiam tolerar as evidências de
espectros.
Dissolvido a disparatada corte
local e mandou liberar a boa parte dos que estavam presos, dando fim a caça de
bruxas. De todos os modos, não tiveram muita sorte, já que salvaram a vida,
mais perderam suas propriedades. Os descendentes dos prejudicados não tendo um
reconhecimento oficial da inocência de seus antepassados até 2001, mais de 300
anos depois.
O único que ainda segue sem
resolver é o motivo da histeria em Salem. Alguns falam de explicações
biológicas, outras de ingestão de centeio mofado, outros falam do síndrome de
Huntington encontrado com os puritanos dessa época.
Outros em mudança apostam por motivações políticas ou das disputas pelas terras
férteis, sem esquecer os rancores e invejas. O mais provável é que
combinaram todas essas questões, sobre uma prática judicial lamentável.




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